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domingo, 26 de dezembro de 2021

Nem Um Tostão a Mais, Nem Um Tostão a Menos

 

A minha opinião: 

As histórias de Jeffrey Archer vencem qualquer fastio do leitor. Ritmo rápido dada a rapidez com que os acontecimentos se dão e escassos detalhes. Apenas os sufícientes para dar crebilidade e substância à trama que vicia. Um hábil contador de histórias, que sabe como agarrar o leitor e o transportar como testemunha privilegiada de uma trama onde se movimentam personagens carismáticas, os bons e os vilões, que desta feita surgem enredados num golpe. E uma desforra.

Desde que experimentei que não resisto aos livros de Jeffrey Archer que exalam um cheirinho de época requintado e aventureiro. O que não falta neste primeiro romance que tem mais de trinta anos, originalmente publicado em 1976 e que continua a ser fácil de ler e muito divertido.

Autor: Jeffrey Archer
Páginas: 256
Editora: Bertrand
ISBN: 9789722539791
reEdição: 2021/ novembro 

Sinopse:
Entram em cena os burlados: um professor de Oxford, um médico de sociedade profundamente respeitado, um colecionador de arte francês, cuja elegância é um cartão de visita, um carismático lorde inglês. Todos têm uma coisa em comum: de um dia para o outro, cada um destes recém-investidores perdeu a fortuna de uma vida para um único homem. Entra em cena o burlão: Harvey Metcalfe, o mais brilhante de todos os mestres do logro, um sujeito verdadeiramente perigoso. E, agora, um homem acossado. Com nada mais a perder, estes quatro indivíduos estão prestes a unir esforços - cada um deles hábil na sua própria arte. O plano: encontrar Metcalfe, vigiá-lo bem de perto, enredá-lo num dos seus ardis e extorqui-lo até ao último tostão.

Desde os luxuosos casinos de Monte Carlo, passando pelas apostas de alto risco nas corridas de cavalos de Ascot, os mais movimentados corredores de Wall Street ou as galerias de Londres absolutamente imprescindíveis, o engenhoso jogo destes quatro mosqueteiros acaba de começar. Tem um nome que todos conhecemos - vingança - e foi um mestre quem lhes ensinou a primeira lição.

segunda-feira, 23 de março de 2020

Este Foi Um Homem

A minha opinião:
Supunha,  erradamente, que o último seria apenas um Happy End, sem o nível de intriga a que já me tinha habituado (se não tivesse interrompido a leitura mais tempo do que planeara). O volume Sete de As Crónicas de Clifton mantêm a mesma intensidade e vertigem que todos os outros e o suspense obriga a fazer pausas na leitura para recuperar a confiança na vitória dos bons.  A argúcia e a malícia de uma mulher, Lady Virginia Fenwick, consegue prevalecer, enquanto todos os outros vão sendo sucessivamente derrotados. A grande vilã. Jeffrey Archer deve ter uma grande admiração e temor pelas capacidades femininas. 

Algumas pistas são deixadas sobre como escrever um grande romance com o último de Harry Clifton, ao cumprir um desejo materno.

Este foi um homem notável que nasceu pobre nas vielas de Bristol, filha de um estivador e se apaixonou pela filha do proprietário das docas. Harry provou que a caneta é mais poderosa que a espada quando venceu como escritor de bestsellers mas principalmente como defensor dos direitos humanos. Os valores desta de outras personagens fazem desta saga uma apetecível leitura, que me arrebatou em todos os volumes. 
Muito bom.

Autor: Jeffrey Archer
Páginas: 448
Editora: Bertrand Editora
ISBN: 9789722534932
Edição: 2018/ abril


Sinopse:
Em Whitehall, o secretário do Gabinete dá a conhecer a Giles Barrington a verdade sobre a sua esposa Karin. Será uma espia ou um peão de um jogo maior? Entretanto, Harry Clifton propõe-se escrever o seu magnum opus, enquanto Emma, que completa dez anos como presidente do Royal Infirmary de Bristol, recebe uma chamada inesperada de Margaret Thatcher a convidá-la para um cargo ministerial.

Sebastian Clifton torna-se presidente do banco Farthings Kaufman, mas apenas depois de Hakim Bishara se demitir por motivos pessoais. Jessica, a talentosa filha de Sebastian e Samantha, é expulsa da Escola de Belas Artes, mas a tia Grace vem em seu auxílio. Lady Virginia está prestes a fugir do país para evitar os credores quando a duquesa de Hertford morre e surge uma nova oportunidade para ultrapassar os seus problemas.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Chegada a Hora

A minha opinião:
Depois de ler cinco das Crónicas de Clifton, não fico surpreendida com a narrativa em que alternadamente cada uma das personagens revela de si num enredo que evolui ao longo do Sec. XX. Ainda assim, sou surpreendida pelas reviravoltas da trama na vida das personagens, principalmente daquelas que gosto neste sexto volume. Os vilões, também não param de surpreender, com o nível de avidez  e os requintes de malvadez que conseguem atingir. Quando pensamos que foram derrubados, eles reagrupam e voltam a investir. Não tendo uma escrita brilhante, é acessível, e a história está tão engendrada, na dose certa de drama, intriga e estratégia, que é uma leitura entusiasmanate e viciante. Muitos devem ser os leitores que os lêem todos de seguida.

"Um livro que traga felicidade às gerações vindouras, cuja reputação sobreviva a qualquer lista de best-sellers e te possibilite fazer parte do punhado de autores cujos nomes nunca morrerão." (pag. 225)

Autor: Jeffrey Archer
Páginas: 448
Editora: Bertrand Editora
ISBN: 9789722534499
ReEdição: 2017/ outubro

Sinopse:
Chegada a Hora é o penúltimo livro das Crónicas dos Clifton e, à semelhança dos anteriores, todos eles nº 1 do top britânico, mostra o extraordinário talento de Jeffrey Archer como contador de histórias. O bilhete de suicídio com que abre este livro tem consequências arrasadoras para Harry e Emma Clifton, assim como para Giles Barrington e Lady Virginia. Giles tem de decidir se vai desistir da política para tentar salvar Karin, a mulher que ama, do outro lado da Cortina de Ferro. Mas será que Karin o ama de facto ou será uma espia? Lady Virginia está arruinada e só encontra uma solução para os seus problemas financeiros quando conhece Cyrus T. Grant III, um americano que está em Inglaterra para ver o seu cavalo correr no Royal Ascot. Sebastian Clifton é agora CEO do Farthings Bank, uma posição que absorve todo o seu tempo e energia. Até conhecer Priya, uma bela jovem Indiana que já tem noivo escolhido pelos pais. Harry Clifton continua decidido a tirar Anatoly Babakov de um gulag na Sibéria, mas eis que acontece algo inesperado, que nenhum dos dois poderia ter previsto.

terça-feira, 31 de dezembro de 2019

Mais Poderosa Que a Espada



A minha opinião:
Este livro, o quinto volume das crónicas de Clifton de Jeffrey Archer saiu em 2017. Não é novo. Só agora descobri esta série que estou a ler compulsivamente (ok, intercalo com outro romance em cada) devido ao apego aos protagonistas. Altamente viciante o nível de intriga e maldade que tem de superar, não sem algum alguns reveses e muita estratégia.

Duas famílias debatem-se integramente pelos seus objetivos. Um século de História  arrastam o enlevado leitor entre alianças que se fazem e desfazem por poder, sucesso, ganância ou vingança. 

Estou fã.

Autor: Jeffrey Archer
Páginas: 440
Editora: Bertrand Editora
ISBN: 9789722533140
Edição: 2017/ Abril

Sinopse:
Uma bomba do IRA explode durante uma viagem transatlântica do Buckingham. Quantos passageiros terão perdido a vida? Quando está de visita à sua editora nova-iorquina, Harry Clifton fica a saber que foi eleito presidente do PEN britânico e começa imediatamente uma campanha para libertar outro escritor, Anatoly Babakov, preso na Sibéria. Por que crime? Por escrever um livro intitulado Uncle Joe, um relato arrasador da sua experiência a trabalhar para Estaline. Harry está tão empenhado em salvar Babakov que arrisca a própria vida. Emma, presidente da Barrington Shipping, é obrigada a enfrentar as repercussões do ataque do IRA.

Alguns membros da direção acham que ela se deve demitir, e Lady Virginia Fenwick não vai descansar até conseguir a queda de Emma. Uma saga apaixonante, que se estende ao longo do século XX, com toda a intriga, paixão e golpes do destino a que Jeffrey Archer, um dos maiores contadores de histórias da atualidade, nos habituou.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Cuidado com o Que Desejas

A minha opinião:
Um homem cauteloso, apagado e enfadonho de Yorshire decidiu correr riscos em prol de Sebastian (que conheceu no hospital) e Jessica, que passou a admirar. Os inimigos continuam a vingança contra as familias Barringhton e Clifton e para lhes fazer frente é preciso unirem-se e contarem com a coragem e expediente dos amigos que se aliam a eles. Este romance, o quarto da saga, é mais empolgante que o anterior. Mais ação e menos intriga, principalmente política ou empresarial, que eu não aprecio tanto.

Dom Martinez, o grande vilão, tem um papel preponderante. Tudo se concerta em torno do ódio e do dinheiro dele. O envolvimento do leitor é inevitável com vários narradores a dar o seu contributo para contar esta história que há anos continua a arrebatar os leitores. As emoções que provoca são intemporais. Uma grande história de um grande senhor que sabe como se faz. 

Autor: Jeffrey Archer
Páginas: 416
Editora: Bertrand Editora
ISBN: 9789722530453
Edição: 2016/ Outubro

Sinopse:
Harry Clifton e a sua mulher, Emma, correm para o hospital para saber o destino do filho Sebastian, envolvido num acidente fatal. Mas quem morreu? Sebastian ou o seu melhor amigo Bruno? Quando Ross Buchanan é obrigado a deixar a presidência da Barrington Shipping Company, Emma Clifton quer tomar o seu lugar. Mas Don Pedro Martinez tem a intenção de lá colocar o major Alex Fisher, um homem que ele manipula e controla, para destruir a empresa da família justamente quando se planeia construir um novo navio de luxo. Em Londres, a filha adotiva de Harry e Emma ganha uma bolsa de estudo para a conceituada Slade School, onde se irá apaixonar por um colega, Clive Bingham, que a pede em casamento.

As duas famílias estão encantadas, até ao momento em que a futura sogra de Jessica recebe a visita de uma velha amiga, Lady Virginia Fenwick, ansiosa por destilar o seu veneno. E depois, inesperadamente, Cedric Hardcastle, de quem nunca se ouviu falar, passa a ocupar um lugar na direção de Barrington’s. A situação gera um tumulto que ninguém tinha previsto e mudará para sempre a vida de todos os membros das famílias Clifton e Barrington. A primeira decisão de Hardcastle será escolher se vai apoiar Emma Clifton ou o major Alex Fisher para a presidência. E com essa decisão, tudo mudará.

O Segredo mais Bem Guardado




A minha opinião:
Sete livros. Depois de ler o primeiro e o segundo torna-se mais difícil comentar os seguintes porque a estrutura e a mestria mantêm-se com o leitor continua agarrado à história, interessado no destino das personagens que o final em aberto de cada livro deixa por desvendar.

Sebastian cresceu. E é o novo grande protagonista neste terceiro volume da saga Clifton. Carismático, enérgico e encantador. Mas não é o único e os restantes não têm este brilho. Os inimigos da família surgem em força, juntos ou separados. 

A intriga é a grande motriz deste romance. Os grandes clássicos não a dispensam. Uma saga que poderia ser adaptada para a televisão. Contar uma história ao longo do tempo sem cansar os leitores...

Autor: Jeffrey Archer
Páginas: 496
Editora: Bertrand Editora
ISBN: 9789722538565
Edição: 2016/ Abril

Sinopse:
1945. Na Câmara dos Lordes, a votação para a atribuição da fortuna dos Barrington acabou em empate. Harry regressa à América para promover o seu novo romance, ao passo que a sua amada Emma parte à procura da menina que foi encontrada abandonada no gabinete do seu pai na noite em que ele foi assassinado. Quando chegam as eleições gerais, Giles Barrington tem de defender o seu lugar na Câmara dos Comuns e fica horrorizado ao descobrir que os conservadores decidem ficar contra ele. Mas é Sebastian Clifton, filho de Harry e Emma, que acaba por influenciar o destino do tio.

Em 1957, Sebastian ganha uma bolsa de estudo para Cambridge, e assim entra em cena uma nova geração da família Clifton. Depois de ser expulso da escola, Sebastian é apanhado numa fraude internacional de obras de arte que envolve uma escultura de Rodin que vale muito mais do que a soma conseguida em leilão.

Será que ele se torna milionário? Irá Cambridge? Correrá perigo de vida? O Segredo Mais Bem Guardado responde a todas estas perguntas, mas levanta muitas mais… 

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Os Pecados do Pai

A minha opinião:
Terminei o segundo livro da saga dos Clifton, por conta do convite aceite para uma leitura conjunta. A opinião não é consensual, sequer este livro é recente, mas eu pretendo ler os restantes cinco, tal é o envolvimento e a curiosidade em conhecer o que se irá passar no pós-guerra. 

A trama deste livro decorreu no período da Segunda Guerra Mundial e continua a ser uma narrativa individual alternada dos protagonistas que vivenciaram diferentes experiências, que não achei tão previsiveis assim, conforme li em outros pareceres.
Desejáveis, sim.

Mal posso esperar para continuar a ler.

Autor: Jeffrey Archer
Páginas: 368
Editora: Bertrand Editora
ISBN: 9789722530118
Edição: 2015/ Outubro

Sinopse:
A Grã-Bretanha está na iminência de declarar guerra à Alemanha. Harry Clifton, na esperança de fugir às consequências de um escândalo familiar e percebendo que nunca poderá casar com Emma Barrington, alista-se na marinha mercante. Quando um submarino alemão afunda o seu navio, Harry e um punhado de marinheiros, entre eles um americano chamado Tom Bradshaw, são salvos pelo Kansas Star. Nessa noite, quando Bradshaw morre, Harry aproveita a oportunidade para enterrar o seu passado e assume a identidade do morto.

Nova Iorque, 1939. Tom Bradshaw é preso por homicídio qualificado. É acusado de matar o irmão. Quando Sefton Jelks, um advogado de renome de Manhattan, lhe oferece os seus serviços a troco de nada, não resta grande alternativa a Tom, que não tem dinheiro a não ser aceitar a sua garantia de uma sentença mais ligeira. Depois de julgado e condenado, Jelks desaparece e a única maneira que Tom tem de provar a sua inocência é revelando a sua verdadeira identidade, algo que ele jurou nunca fazer de forma a proteger a mulher que ama.

Entretanto, a jovem em questão viaja até Nova Iorque, deixando para trás, em Inglaterra, o filho de ambos. Recusa-se a acreditar que o homem com quem ia casar tenha morrido no mar e está decidida a fazer o que for preciso para o encontrar. A única prova que tem é uma carta, que ficou por abrir numa cornija de lareira em Bristol durante mais de um ano.
Jeffrey Archer dá seguimento à saga dos Clifton com este romance épico.

terça-feira, 12 de novembro de 2019

Só o Tempo Dirá


A minha opinião:

Fantástico.
Um romance histórico intemporal como um grande clássico. Uma saga que se deseja ler sem parar ou não fosse Jeffrey Archer um notável e rentável contador de histórias. Percebo agora a sua fama. Só não percebo é porque ainda não me tinha tentado. Para isso, servem as amigas que lançam desafios (e emprestam os livros).

Uma narrativa em seis versões que não se sobrepõem, mas cruzam e complementam. E depois... temos uma história de tenacidade e amizade entre pessoas honradas e dignas como Harry e Giles, os dois amigos de classes sociais distintas, Maisie, a mãe de Harry, Emma, a irmã de Giles e Old Jack, o pai que faltou a Harry. Por fim, temos o mau da trama que é o pai de Giles, Hugo. Todas as personagens orbitam em torno de Harry por diferentes razões e com distinto impacto. 

O final marca o início de uma nova fase na nova vida de Harry. Ui, mal posso esperar para ler o que se segue. 

Autor: Jeffrey Archer
Páginas: 408
Editora: Bertrand Editora
ISBN: 9789722529044
Edição: 2015/ Março

Sinopse:
Primeiro volume da série épica que narra a vida de Harry Clifton desde os anos 20. Harry nunca conheceu o pai, que morreu na guerra, e é criado pelo tio nas docas. Uma inesperada bolsa de estudo faz com que a sua vida mude radicalmente. Já adulto, descobre a verdade sobre a morte do pai, mas também surge a dúvida de quem era efetivamente o seu pai. Harry terá de escolher entre ir para Oxford ou alistar-se na marinha para lutar contra Hitler. Das docas da Inglaterra às animadas ruas de Nova Iorque dos anos 40, o início de uma saga que se estende por cem anos.

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Contador de Histórias

A minha opinião:
Contador de histórias é... maravilhoso... para quem gosta tanto de ler contos como eu. Quase que parece fácil escrever curtas histórias comoventes e divertidas que surpreendem. Não acho que poderiam ser desenvolvidas para um romance porque gosto tanto de histórias sem muito entretanto que vão direto ao que interessa. Histórias que podem ser contadas oralmente. Por isso, li devagar para melhor recordar. Algumas, marcadas com asterisco no final, baseiam-se em factos reais. As restantes são ficção.

Começa com Único com apenas 100 palavras. Quem matou o presidente da Câmara numa pequena cidade é uma deliciosa intriga burguesa. A primeira detenção de um polícia não se esquece. E o que dizer da memorável académica versada em Shakespeare que bate um cavalheiro. O amor que vence na guerra não é banal, assim como uma boleia pode ser o encontro de uma vida e claro que não podia perder a oportunidade de decidir o meu final para as férias de uma vida. A reforma do bancário é merecida. 
Enfim... treze admiráveis contos. 


Autor: Jeffrey Archer
Páginas: 208
Editora: Bertrand
ISBN: 9789722536110
Edição: 2019/ abril

Sinopse:
Jeffrey Archer, o autor da saga dos Clifton, regressa com um novo livro de contos há muito aguardado pelos leitores, repleto de textos emocionantes e, às vezes comoventes, escritos nos últimos dez anos.

Descubra o que aconteceu ao jovem detetive napolitano que, para resolver um assassínio, é arrastado para uma pequena cidade. Veja o que muda na vida de um jovem à medida que este descobre as origens da fortuna do seu pai. Siga as histórias de uma mulher que, na década de 1930, se atreve a desafiar homens poderosos, e a de uma outra, jovem, que apanha boleia e tem o encontro da sua vida.