sexta-feira, 19 de abril de 2013

Fragmento

"Leu para descobrir como não ser Charlotte, como fugir da prisão da sua própria mente, como crescer e experienciar.
Assim, a leitura foi-se enredando com a vida, cada uma complementando a outra. 
Charlotte sabe que navega num imenso mar de palavras, linguagem, histórias, situações, informação e conhecimento, alguns dos quais ela consegue evocar, muitos dos quais estão meio perdidos, ainda que algures por aí, tendo tido efeito na pessoa que é e na sua forma de pensar. Ela é tanto um produto do que tem lido como da forma como tem vivido: é como milhões de outras pessoas formadas por livros, para quem os livros são um alimento essencial e, sem os quais, podem morrer à fome."
(pag. 44/5)

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