quarta-feira, 31 de julho de 2019

Entre Nós

A minha opinião:
Neste romance comecei por gostar da escrita suave e ritmada que embalava. E de Caleb. Um homem do campo. Um agricultor. Um amish. Os amish são pessoas de longos silêncios que não questionam as tradições e fazem as coisas á sua maneira.

Quando pensava neste povo apenas me ocorria as carroças puxadas por cavalos e as toucas. Fiquei empolgada com a perspectiva de saber mais sobre os dramas destas pessoas.

Caleb abandonou os seus sonhos pelos sobrinhos e quando Jonah sofre um grave acidente o seu mundo muda e uma nova personagem entra nas suas vidas - Reese. 

A história desenrola-se sem pressas com um cenário que valoriza o enredo, numa narrativa tão absorvente e agradável que conforta, com a comunidade amish em tema de fundo e uma paixão intensa em primeiro plano. Ainda aborda a violência doméstica, a religião e as expetativas e responsabilidades familiares. Uma autora a seguir. Recomendo. 

Nota: A capa é maravilhosa mas nada tem a ver com a história. 

Autor: Susan Wiggs
Páginas: 416
Editora: HARPER COLLINS
ISBN: 9788491394020
Edição: 2019/ Junho

Sinopse:
No coração pacífico das terras dos amish, uma situação de vida ou de morte destrói os alicerces desse mundo tranquilo. A autora número um em vendas do The New York Times, Susan Wiggs, oferece-nos uma história fascinante que desafiará as nossas crenças mais profundas.

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Um Fio de Sangue

A minha opinião:
Num fim de tarde de praia li este pequeno livro. Elegante. Fácil de manusear. Um miminho, que muito grata fico a Ann Yeti. Adorei. Não do final que, apesar de bem conseguido não era o que desejava. Sou uma romântica. Talvez, por isso, não o vá esquecer.

Admiro sempre quem consegue escrever um bom livro que me apraz ler.

Uma história de amor possível contada pelos dois protagonistas. Obstáculos que gradualmente derrubaram numa afinidade indiscutível.

O início prendeu-me logo e as personagens numa relação que evoluiu não me deixaram pousar o livro até o terminar. Sem pontas soltas. Escrita concisa e ritmada para uma leitura compulsiva. Fico na expectativa do próximo livro.


Autor: Ann Yeti
Páginas: 118
Editora: Emporium Editora
ISBN:  9789898955241
Edição: 2019/ Dezembro

Sinopse:
Ela tem uma paixão secreta. Ele, um trauma profundo. Ambos ergueram barreiras dolorosas de transpor. A história de um amor maior do que a vida.

A obra Um Fio de Sangue faz-nos mergulhar no desconhecido que leva ao amor, à fantasia e à entrega. A narrativa pauta pela intensidade de emoções, sensações, apelando aos nossos sentidos. 

A autora guia-nos na viagem surpreendente da relação entre os personagens principais. 

Uma história de desejo, fantasia, entrega e amor com um final de cortar a respiração.

Lá, onde o vento chora

A minha opinião:
De vez em quando lemos um livro extraordinário. Um livro que nos faz sentir algo. Um livro que nos fala da natureza e do amor sem ser lamechas. Um livro que nos faz sentir vivos... na imensidão do Pantanal com a pequena e só Kya.

Uma obra-prima de conhecimento e grande beleza que preenche todos os recantos da alma. A nossa ligação à Terra e à vida natural que perdemos.

Menos é mais. Não me vou alongar a comentar este livro, para não retirar a cada um dos muitos que o irão ler o prazer da descoberta e o deslumbramento com o pulsar da vida que se sente na escrita simples, luminosa, musical deste romance intemporal. 

O Romance  e a personagem que nunca iremos esquecer - LÁ LONGE, ONDE O VENTO CHORA.


Autor: Delia Owens
Páginas: 392
Editora: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-03220-1
Edição: 2019/ Julho

Sinopse:
Kya tem apenas seis anos de idade quando vê a mãe sair de casa, com uma maleta azul e sapatos de pele de crocodilo, e percorrer o caminho de areia para nunca mais voltar. E à medida que todas as outras pessoas importantes na sua vida a vão igualmente abandonando, Kya aprende a ser autossuficiente: sensível e inteligente, sobrevive completamente sozinha no pantanal a que chama a sua casa, faz amizade com as gaivotas e observa a natureza que a rodeia com a atenção que lhe permite aprender muitas lições de vida. 
O isolamento em que vive durante tantos anos influencia o seu comportamento: solitária e fugidia, Kya é alvo dos mais cruéis comentários por parte dos moradores da pacata cidade de Barkley Cove. 
E quando o popular e charmoso Chase Andrews aparece morto, todos os dedos apontam na direção de Kya, a miúda do pantanal. E o impensável acontece.

Neste romance de estreia, Delia Owens relembra-nos que somos formatados para sempre pelas crianças que um dia fomos, e que para sempre estaremos sujeitos aos maravilhosos, mas também violentos, segredos que a natureza encerra.

domingo, 21 de julho de 2019

O jardim das flores de pedra

A minha opinião:
Deborah Smith é uma velha conhecida, desde que li "A doçura da chuva". Os livros dela são bálsamo para a alma.

Contudo, este livro não me agarrou como eu esperava. De início, a cidade e a menina cor-de-rosa herdeira dos mármores Hardigree pareceu-me um tanto principesco demais, mesmo para os exagerados padrões americanos. As personagens são como Deborah nos habituou. Ricas de conteúdo. Emocionam com a sua garra e coragem para lidar com os segredos que afectam a vida de todos. Segredos que provocam grandes reviravoltas na trama e deleitam a leitora. O tema é o amor. Uma idílica história de amor, ou melhor, duas e a família que não escolhemos e amamos para o bem e para o mal.

Autor: Deborah Smith
Páginas: 320
Editora: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-03205-8
Edição: 2019/ Junho

Sinopse:
Para Darl Union, a vida em Burnt Stand, na Carolina do Norte, foi sempre uma estranha mistura de riqueza, privilégio e solidão. Criada pela avó, uma mulher tão fria e dura como a pedreira de mármore que é a herança da família, o amor é-lhe estranho até ao dia em que se apaixona perdidamente por Eli Wade, o filho de um canteiro.

Porém, o amor adolescente e puro cedo se vê comprometido por uma teia de mentiras e de morte: o pai de Eli é considerado o responsável pelo desaparecimento da tia-avó de Darl e, embora inocente, acaba por ser morto.

Mas agora, vinte e cinco anos depois, há segredos que podem literalmente vir à superfície – e Darl e Eli têm finalmente uma hipótese de enfrentar e resolver o passado.

A Única Mulher na Sala

A minha opinião:
Mais um para o rol de bons livros que tenho lido neste verão. A história da atriz Hedy Lamarr que recordava como uma mulher belíssima, mas nada sabia da sua vida, sequer como tinha usado inteligentemente a sua imagem para singrar com o seu dom ou para sobreviver. Afinal era judia e uma mulher admirável.

Não é uma escrita exemplar, sequer uma narrativa muito cativante mas a história real desta mulher é fascinante. Uma mulher que teve acesso a informações que receou divulgar e para se penitenciar inventou um aparelho que poderia ter contribuído em muito para o esforço de guerra. Uma história que eu desconhecia. Uma mente brilhante que fora discriminada e tardiamente reconhecida. Só. A única na sala.

Autor: Marie Benedict
Páginas: 304
Editora: TopSeller
ISBN: 9789898917799
Edição: 2019/ Abril

Sinopse:
Um romance poderoso baseado na incrível história da atriz Hedy Lamarr, uma mulher brilhante cuja inovadora invenção revolucionou a comunicação moderna. 

Hedy Kiesler é uma atriz austríaca com ascendência judaica que, em 1933, se casa com um poderoso fabricante de armas, o que lhe permite escapar à perseguição nazi. Além de bela, Hedy é também muito inteligente. Nos extravagantes jantares em que participa com o marido, ouve os planos do Terceiro Reich, e percebe que a sua segurança não está garantida e que algo muito grave está a ser planeado. Em 1937, desesperada por escapar ao marido controlador e à ascensão dos nazis, Hedy disfarça-se e foge.

Viaja, então, para Hollywood, onde se torna a estrela de cinema Hedy Lamarr. Mas Hedy esconde um segredo mais forte do que o facto de ser judia: ela tem uma mente científica brilhante. Durante o seu casamento, Hedy ouviu segredos do regime nazi, e agora tem uma ideia que pode ajudar os Aliados, permitindo-lhe igualmente aliviar a culpa que sente por ter fugido. Tudo o que precisa é que não a subestimem devido à sua beleza, e que a ouçam.

A Vida Feliz

A minha opinião:
Este livro foi muito difícil de ler. A escrita é acessível e a linguagem é corrente mas o sentido é sombrio e angustiante. A família na perspectiva de Elia, um rapaz solitário de dezasseis anos que se confronta com o comportamento errante do pai desde que perdeu o emprego e a cegueira apaixonada da mãe.

Capítulos curtos, frases enigmáticas carregadas de emoção para descrever a degradação mental de um homem que amava os seus.

O discernimento de Elia que ouve o assobio do vento e sente o cheiro da noite nas pequenas coisas. O bem que não obstante tudo, damos e recebemos. A vida feliz.

Autor: Elena Varvello
Páginas: 248
Editora: Quetzal
ISBN: 9789897224508
Edição: 2019/ Junho

Sinopse:
Elia Furenti é um rapaz solitário que vive com os pais numa zona isolada. O pai foi despedido e começa a perder-se nos meandros negros da sua doença mental. Elia percebe que alguma coisa estranha se passa, mas não compreende o que é. Por seu lado, a mãe recusa-se a tomar conhecimento de todos os sinais. Enquanto isso, um rapazinho foi assassinado. E uma rapariga desapareceu no bosque.

Nesse verão, Anna Trabuio regressa a casa do pai. Demasiado bela e livre, goza de má reputação na pequena comunidade. Trouxe com ela o filho, que se torna próximo de Elia. Este apaixona-se pela mãe do amigo e vai para a cama com ela.

Mas não é só a primeira experiência amorosa que faz Elia entrar na idade adulta: depois dessa noite, ele vai descobrir a verdade sobre o pai.

A Filha Devolvida

A minha opinião:
"O romance mais belo do ano". Verdade.

Comprei este livro porque li um bom parecer, mas receava a trama. O sofrimento de uma criança não é coisa que eu goste de ler e assim incorri no primeiro equívoco. Não se trata de uma criança mas de uma jovem de treze anos que conta como foi restituída à sua família biológica. O segundo, foi assumir que esta jovem inteligente não reagia à mudança.

A vivacidade da escrita, eloquente e concisa sem ser contida, surpreendeu-me. A histórica encantou-me, e isto é dizer pouco. Este romance é inesquecível do princípio ao fim. Emocionante a relação com os irmãos Adriana e Vincenzo.

O romance que recomendo para este verão.


Autor: Donatella Di Pietrantonio
Páginas: 200
Editora: ASA
ISBN: 9789892344720
Edição: 2019/ Abril

Sinopse:
Aos treze anos, uma menina descobre brutalmente que o homem e a mulher que a criaram não são seus pais. Filha única, privilegiada, com uma casa à beira-mar e aulas de ballet, é obrigada a abandonar o lar onde cresceu para ser devolvida à família biológica. Não lhe é dada qualquer explicação. Leva consigo uma mala e um saco de sapatos. Começa agora uma nova e inesperada vida.

A família biológica é pobre, caótica e pouco acolhedora. Naquela que é agora a sua casa, na aldeia, tem de partilhar um colchão com a irmã e o quarto com os três irmãos mais velhos. A violência, a fome, os costumes… tudo lhe é incompreensível. Mas há a pequena Adriana, que a recebe com a candura típica das crianças; e há Vincenzo, o irmão mais velho, que a protege mas também a olha como se fosse já uma mulher…

É na sua relação com eles que a jovem irá encontrar forças para começar de novo e - quem sabe? - construir a sua própria identidade.

Kudos

A minha opinião:
Gostei tanto deste romance. Apesar de ter noção que não é para todos. A mim, marcou-me, o que considero importante quando se lê muito. Não o consigo definir como um romance convencional.

Faye viaja para promover o seu livro e vai entabuando conversa com desconhecidos ou meros conhecidos que lhe fazem revelações pessoais. Histórias emocionais. Histórias de guerra ou histórias de mudança como Paola e Felícia se referiam ao divórcio. Histórias de sobrevivência. Histórias de liberdade. Histórias de diferença de géneros. Histórias de ligações familiares. Histórias sobre livros e autores numa conferência literária. Histórias que não percebi onde se passavam, mas que começaram com um anónimo num vôo para a Europa. Cheguei a julgar que o cenário era em Portugal.

KUDOS significa prémios. Originalmente era um conceito mais amplo de reconhecimento ou louvor. Como na literatura e na vida.

Último da trilogia que vou reler e reflectir. Muiiito bom.

Autor: Rachel Cusk
Páginas: 192
Editora: Relógio D'Água
ISBN: 9789896419059
Edição: 2019/ Abril

Sinopse:
Uma mulher num avião escuta o desconhecido sentado a seu lado que lhe revela a história da sua vida: o seu emprego, o casamento e a angustiante noite que acabara de passar a enterrar o cão da família.

Esta mulher é Faye, que está a caminho da Europa para promover o seu livro, acabado de publicar. Assim que aterra, as conversas que tem com as pessoas que conhece — sobre arte, família, política, amor, tristeza e alegria, justiça e injustiça — suscitam as perguntas mais abrangentes que o ser humano pode fazer.

Estas conversas, sendo a última com o seu filho, levam Faye a uma conclusão bela mas dramática.

Kudos completa de uma forma exuberante a trilogia de Rachel Cusk, iniciada com A Contraluz e Trânsito.

Na Praia de Chesil

A minha opinião:
Escrita venerável, conteúdo soturno. Profundamente intimo. Primeira impressão que retiro deste pequeno livro sobre um casal em lua-de-mel na Praia de Chesil em 1962. Os seus sentimentos ocultos e opostos revelados em simultâneo ao leitor são uma revelação.

Outro tempo, outro lugar e um amor imenso. Palavras que se lê devagar nesta prosa exemplar. Belo e dilacerante. Não é o melhor romance para se ler num dia quente de verão. Paciência.

Autor: Ian McEwan
Páginas: 132
Editora: Gradiva
ISBN: 9789896161743
Edição: 2019/ Maio

Sinopse:
Um pequeno romance de profundidade e perspicácia notáveis, de um escritor no auge do seu talento.

Estamos em Julho de 1962. Edward e Florence, jovens inocentes casados naquela manhã, chegam a um hotel na costa de Dorset. Ao jantar na suíte reservada a casais em lua-de-mel, esforçam-se por dominar os medos íntimos da noite de núpcias que se avizinha...

Com Na Praia de Chesil, Ian McEwan dá-nos mais uma obra-prima - uma história de vidas transformadas por um gesto não feito ou uma palavra não dita.

O Senhor

A minha opinião:
E finalmente li... O Senhor de E. L. James (não li os outros dela).

Não é, mas parece um romance histórico. E até à pág. 205 sem grande erotismo. A escrita é fluída e as personagens encantadoras. Um romance muito agradável e fácil de ler. Puro entretenimento. Apenas isso. Romance erótico não é. Um grande romance também não.

Uma história muito simples de amor entre um conde que não era expectável que o fosse como filho segundo e uma albanesa que fugira de um casamento arranjado pelo pai com um homem violento e sem documentos conseguiu empregado como mulher a dias. Bem visto é a Gata Borralheira dos tempos modernos.

Cornualha, ora aí está um sítio onde gostaria de passar férias.

Autor: E L James
Páginas: 580
Editora: Lua de Papel
ISBN: 9789892345567
Edição: 2019/ Maio

Sinopse:
Londres, 2019. A vida tem tratado bem Maxim Trevelyan. Com a sua beleza, dinheiro e relações privilegiadas, nunca teve de trabalhar e raras vezes dormiu sozinho. Mas tudo isso muda quando na sequência de uma tragédia ele herda a riqueza, as propriedades, e o título nobiliárquico da família, com toda a responsabilidade que essa herança acarreta. É um papel para o qual não está preparado e que só a custo consegue enfrentar.

Mas o seu maior desafio é conter o desejo por uma jovem enigmática que inesperadamente chegou a Inglaterra, trazendo consigo pouco mais do que um passado perturbante e perigoso. Tímida, linda de morrer e musicalmente sobredotada, ela revela-se misteriosamente tentadora. E o desejo que Maxim sente por ela transforma-se numa paixão que nunca experimentou e nem sequer se atreve a nomear. Quem é Alessia Demachi? E poderá Maxim protegê-la do mal que a ameaça? E o que fará ela quando souber que também ele esconde segredos?

Do coração de Londres às paisagens idílicas da Cornualha, passando pela rude beleza dos Balcãs, O Senhor é uma montanha russa de perigo e desejo, que deixará o leitor sem fôlego até à última página.

As Inseparáveis

A minha opinião:
Li este livro no âmbito do projecto Kristin Hannah e adorei. Um romance no feminino. Tully-e-Kate. Um romance sobre a amizade que liga estas duas mulheres tão distintas que se apoiam desde a adolescência nos idos anos setenta.

Sabia que este romance era muito pessoal para a autora, mas não sabia porquê. A explicação está no posfácio. Não sou de emoção fácil, mas este livro mexe connosco.

Repito. De mulheres para mulheres. Nem sempre as melhores amigas. Todas sabemos que às vezes são umas cabras e surge a  zanga, a separação, mas quando realmente interessa volta o diálogo e o apoio não falha. É assim a verdadeira amizade. 

Sem dúvida, um bom romance que não teria lido se amigas não o tivessem recomendado. 

Autor: Kristin Hannah
Páginas: 512
Editora: Circulo de Leitores
N: 7585
Edição: 2010/ Outubro

Sinopse:
Corre o ano de 1974 e o verão do amor está prestes a terminar. Os filhos das flores começam a perceber que não conseguem sobreviver apenas com paz e amor.
Kate aceitou o seu lugar no fundo da cadeia alimentar social do liceu. Até que, para seu grande espanto, a «rapariga mais fixe do mundo», Tully, a rapariga que todos os rapazes querem conhecer, muda-se para a casa da frente e quer ser sua amiga. Tully e Kate tornam-se inseparáveis e, chegado o fim do verão, prometem ser «melhores amigas para sempre».

Ao longo de trinta anos, Tully e Kate apoiam-se mutuamente, resistindo às tempestades próprias da amizade, do ciúme, da raiva, da dor e do ressentimento. Tully segue a sua ambição de conquistar o sucesso e a fama. Kate sabe que a única coisa que quer é apaixonar-se e ter uma família. O que ela não sabe é que ser mãe e esposa é algo que a vai mudar.

Julgam ter sobrevivido a tudo, até que um ato singular de traição as separa. Mas será que os laços de amizade que antes as uniram serão mais fortes do que esse afastamento quando surge uma tragédia?