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sábado, 15 de janeiro de 2022

Aquitânia

A minha opinião: 

Definitivamente Eva G. Sáenz de Urturi é imperdível.
O Silência da Cidade Branca e Os ritos de água já me tinham convencido mas Aquitânia arrumou o assunto.

Leonor de Aquitânia é uma personagem fantástica e a sua história de vida (ou parte dela neste romance histórico) empolgante e vibrante ou não fosse esta mulher dona de uma extraordinária força fisica e mental para enfrentar tantos obstáculos e os superar e viver na Idade Média até aos 82 anos.

Baseado em factos reais mas que a narrativa literária separou em parte é um livro mutissímo bem conseguido no mistério e suspense que leva por revelar a morte do pai de leonor e de Luis VII. E não só porque vida de reis é "Só sei seguir"

Autor: Eva G. Sáenz de Urturi
Páginas: 392
Editora: Lua de Papel
ISBN: 9789892352435
Edição: 2021/ outubro 

Sinopse: 
Em 1137 o duque de Aquitânia - a região mais rica de França - aparece morto. O seu corpo tem um suspeito tom azulado, que indicia uma ancestral tortura normanda. A filha do duque, Leonor, acredita que o mandante é nada menos do que o próprio rei, Luis VI, que há muito cobiça o ducado. Aos 13 anos Leonor engendra a vingança. E para o fazer decide meter se na boca do lobo, casando com Luis VII, filho e herdeiro do homem que matou o seu pai. Mas também o rei de França é assassinado e em iguais circunstâncias. Os jovens recém-casados, de repente, ascendem ao trono.

Começa aqui a saga daquela que se tornaria a mulher mais poderosa da Europa na Idade Média, que morreria placidamente aos 82 anos, depois de ter sido rainha de França e Inglaterra. É uma história real, plena de intriga, sangue e sexo, a meio caminho entre O Nome da Rosa e A Guerra dos Tronos.

Num ritmo trepidante, acompanhamos as maquinações de uma jovem que acumulou e rejeitou maridos, e subiu ao poder graças a uma enorme astúcia e determinação - e com a ajuda dos gatos aquitanos, a sua implacável rede de espiões.

Romance histórico meticulosamente documentado, ganhou o Prémio Planeta, reafirmando assim o mérito literário de uma das escritoras mais populares em Espanha.

A Presa

 

A minha opinião: 

Penso que comecei bem o ano 2022 com este livro que foi publicado originalmente em 1938 por uma escritora que faleceu aos 39 anos no campo de concentração de Auschwitz.
Irène Némirovsky é uma extraordinária escritora sobejamente conhecida mas que eu desconhecia porque não li nenhuma das suas obras. Creio que vou corrigir isso muito em breve.

Gosto muito de abrir um livro e ficar empolgada por o continuar a ler. E nem sempre é fácil, principalmente quando se terminou um grande livro, como foi o caso. Jean-Luc Daguerne sacrifica tudo por ambição. Um romance forte e repleto de nuances que o leitor não pode ignorar.

Narrativa breve e intensa mas muito tocante. Personagens marcantes mas estereótipos da sociedade com as caraterísticas humanas que Irène bem conhecia e sabia replicar com precisão no papel. Desafio a ler este livro sem ficar preso. Brilhante e intemporal. Imperdível.

Autor: Irène Némirovsky
Páginas: 192
Editora: Cavalo de Ferro
ISBN: 9789895647033
Edição: 2021/ setembro 

Sinopse: 
Jean-Luc Daguerne é um jovem ambicioso que, desprovido de tudo, sonha agarrar o mundo com as duas mãos. Mas a velha ordem que o rodeia está em colapso devido a uma crise sem precedentes: o dinheiro já não é seguro, o sucesso já não dimana apenas do trabalho. Para subir na vida, há que entrar nos meandros do poder e da política.

Ao casar-se com Édith Sarlat, filha de um importante banqueiro, Daguerne parece finalmente conquistar as tão desejadas alegrias do sucesso e da ambição. Porém, depressa se emaranha numa teia de mentiras, vinganças e traições, e o que outrora parecia um belo sonho não é mais do que uma realidade sórdida e mesquinha que de predador acabará por transformá-lo em presa.

Publicado em 1938, A Presa é um romance trágico, com ecos stendhalianos, que narra a ascensão e queda de um jovem idealista ambicioso — «um Julien Sorel numa época de crise» — traído pelas suas próprias paixões, e cuja história compõe um retrato magistral da Europa e da sua burguesia nas primeiras décadas do século, em plena crise financeira e política.

Primeira tradução em Portugal deste romance de Irène Némirovsky, cuja obra, redescoberta após décadas de esquecimento, constituiu um dos casos de maior sucesso da literatura mundial.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2021

Montanhas Douradas

 

A minha opinião: 

Supunha que o ano 2021 já estava encerrado no que concerne a grandes leituras e até tinha elaborado e divulgado o meu Top 7 mas não poderia estar mais equivocada porque Montanhas Douradas de C. Pam Zhang que tem deambulado comigo desde o verão foi uma revelação esmagadora.

O romance de estreia de uma americana nascida na China que conta uma história de vida na voz de uma criança de 12 anos. A busca de um lugar no mundo de uma familia e todas as narrativas que contavam entre si e como superavam o confronto com a realidade.

Alguns romances são inesquecíveis. Este é indiscutivelmente um deles.
Brutal!

Autor: C Pam Zhang
Páginas: 280
Editora: Bertrand
ISBN: 9789722541107
Edição: 2021/ junho 

Sinopse: 
Passado durante a corrida ao ouro na América, gótico e western em partes iguais (com um toque de fábula), Montanhas Douradas acompanha Lucy e Sam, que, com apenas doze e onze anos de idade, perderam os pais e partem numa viagem fantasmagórica - em direção a um futuro incerto, mas também em direção a um passado desconhecido -, tendo a paisagem californiana e a sua beleza impiedosa não apenas como pano de fundo, mas como personagem. Com uma prosa sucinta, porém cadenciada e rica, este é um romance íntimo e selvagem sobre a memória, o sentido de pertença e a busca de um lugar no mundo.

Uma inesquecível história que anuncia C Pam Zhang como uma das mais deslumbrantes novas vozes na literatura. Numa visão geral, o livro explora a questão racial num país em expansão e questiona o lugar a que pertencem os imigrantes. Mas, página a página, é nas memórias que ligam e separam famílias e na saudade do seu país e da sua casa que assenta este livro descrito pelo The New York Times como viciante e belo.

Top 7 de 2021

  Top 7 : 

1.


2.


3.


4.


5.


6.


7.



Top 5 (Tuga) de 2021

 Top 5 : 

1.

2.


3.


4.


5.



Segunda Casa

 

A minha opinião: 

Depois de ler a trilogia A Contraluz, Trânsito e Kudos, não podia deixar Segunda Casa. A prosa de Rachel é incisiva e muito precisa. Pequenos livros dão para ler e reler sem ficar indiferente.

Mas... contráriamente ao que eu esperava (e senti quando o iniciei), este romance não me agarrou. Muito conturbado emocionalmente e não consegui sentir empatia pelas personagens. 

A narradora, que no fim é identificada como M. conta a Jeffers (desconhecido na trama) o que se passou desde que se deixou impressionar por uma tela que a reconfortou e libertou, o que a levou a convidar o artista, conhecido pela inicial L., para a sua Segunda Casa. A turbulência desta hospitalidade que envolve o marido Tony, a filha Justine e o companheiro Kurt é devastadora para todos os envolvidos. E reveladora mas também extenuante para o leitor que se vê arrastado num rodopio de emoções. Afinal, o diabo andava à solta. E nada mais do que uma homenagem. 

Autor: Rachel Cusk
Páginas: 160
Editora: Relógio D'Água
ISBN: 9789897831843
Edição: 2021/ novembro 

Sinopse: 
Uma mulher convida um prestigiado pintor para passar uma temporada com ela e a sua família, na casa que acabam de construir numa remota zona costeira. Profundamente impressionada com a sua pintura, espera que o particular olhar do artista ilumine com uma nova luz a sua própria existência e os mistérios da paisagem.

Ao longo desse verão, a presença do pintor vai revelar a distância que separa a realidade das ficções que vamos construindo e as subtis dinâmicas de poder que existem nas relações entre homens e mulheres.

O Falcão

 

A minha opinião: 

Li todos ou quase todos os livros de Sveva Casati Modignani e não vou afirmar que é uma das minhas autoras preferidas mas já foi porque alguns romances me absorveram e encantaram como "A siciliana" ou "A viela da Duquesa" ou ainda "6 de abril'96". Atualmente parecem-me um tanto previsíveis e idílicos mas depois de leituras mais pesadas é justamente o que necessito para restaurar a fé em finais felizes. Giulietta é a típica personagem feminina que me agarra, ademais quando é membro de um clube de leitura e sugere um pequeno livro de Steinberg "O milagre de S. Francisco" que eu adorei. Rocco, é o garboso e bem sucedido homem que arrebatou o coração de Giulietta quando era jovem e o reencontro deveu-se a uma arriscada cirurgia no hospital dele e alternadamente cada uma das personagens regressa ao passado e se dá a conhecer. Esta é a estrutura dos romances da Sveva.

Terno e romântico é de leitura compulsiva. Um romance de ricos e privilegiados que nos fazem sonhar. Aprazível. Soube bem.

Autor: Sveva Casati Modignani
Páginas: 416
Editora: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-03461-8
Edição: 2021/ setembro 

Sinopse: 
Giulietta Brenna é uma mulher brilhante, com uma vida cheia e rodeada de afetos, que a ajudam a preencher o vazio deixado pela morte do marido mas não a impedem de viver com um espinho cravado no coração há mais de quarenta anos: o seu primeiro grande amor, o homem que a traiu e humilhou de forma imperdoável.
Ela tem feito tudo para esquecer, mas o rosto dele está em todos os jornais e revistas que falam dos seus sucessos empresariais. Na tentativa de se livrar daquelas memórias de uma vez por todas, Giulietta queima as fotos e cartas que testemunham o seu amor de juventude. Porque, aos sessenta anos, ela quer recomeçar.
Rocco Di Falco tem origens muito humildes. Nascido na Sicília, chegou a Milão na década de 1950. Um acontecimento traumático magoou-o profundamente, e o trabalho passou a ser a sua razão de viver. A intuição e a desenvoltura fizeram dele um dos homens mais ricos e importantes do mundo. No entanto, por mais voraz e brilhante que seja nos negócios, a sua vida é um desastre a nível sentimental. A verdade é que ele nunca deixou de amar Giulietta, a mulher que vergonhosamente traiu. E agora é hora de a reconquistar.
Uma história intensa e emocionante, num turbilhão de reviravoltas que agarrará os leitores da primeira à última página.

domingo, 26 de dezembro de 2021

Nem Um Tostão a Mais, Nem Um Tostão a Menos

 

A minha opinião: 

As histórias de Jeffrey Archer vencem qualquer fastio do leitor. Ritmo rápido dada a rapidez com que os acontecimentos se dão e escassos detalhes. Apenas os sufícientes para dar crebilidade e substância à trama que vicia. Um hábil contador de histórias, que sabe como agarrar o leitor e o transportar como testemunha privilegiada de uma trama onde se movimentam personagens carismáticas, os bons e os vilões, que desta feita surgem enredados num golpe. E uma desforra.

Desde que experimentei que não resisto aos livros de Jeffrey Archer que exalam um cheirinho de época requintado e aventureiro. O que não falta neste primeiro romance que tem mais de trinta anos, originalmente publicado em 1976 e que continua a ser fácil de ler e muito divertido.

Autor: Jeffrey Archer
Páginas: 256
Editora: Bertrand
ISBN: 9789722539791
reEdição: 2021/ novembro 

Sinopse:
Entram em cena os burlados: um professor de Oxford, um médico de sociedade profundamente respeitado, um colecionador de arte francês, cuja elegância é um cartão de visita, um carismático lorde inglês. Todos têm uma coisa em comum: de um dia para o outro, cada um destes recém-investidores perdeu a fortuna de uma vida para um único homem. Entra em cena o burlão: Harvey Metcalfe, o mais brilhante de todos os mestres do logro, um sujeito verdadeiramente perigoso. E, agora, um homem acossado. Com nada mais a perder, estes quatro indivíduos estão prestes a unir esforços - cada um deles hábil na sua própria arte. O plano: encontrar Metcalfe, vigiá-lo bem de perto, enredá-lo num dos seus ardis e extorqui-lo até ao último tostão.

Desde os luxuosos casinos de Monte Carlo, passando pelas apostas de alto risco nas corridas de cavalos de Ascot, os mais movimentados corredores de Wall Street ou as galerias de Londres absolutamente imprescindíveis, o engenhoso jogo destes quatro mosqueteiros acaba de começar. Tem um nome que todos conhecemos - vingança - e foi um mestre quem lhes ensinou a primeira lição.

Austerlitz

 

A minha opinião: 

Austerlitz é uma personagem central peculiar e enigmática que o narrador tenta decifrar, como quando este se dedica aos estudos arquitectónicos como um velho hábito em que se deslumbra com as coisas singulares que construímos. Os encontros esporádicos entre estes dois intervenientes dão origem a conversas bem localizadas no lugar e no tempo e nem este último é descurado como tema. Melancolia é o tom em que estas conversas se realizam até que Austerlitz revela que a sala de espera da velha estação de Liverpool Street, um dos edíficos que se dedicava a apreciar, libertou as memórias soterradas do verão de 1939 em que tinha quatro anos e meio.

Triste, muito triste... Um livro para disfrutar devagar.

Autor: W. G. Sebald
Páginas: 272
Editora: Quetzal Editores
ISBN: 9789897220517
Edição: 2012/ outubro 

Sinopse:
Austelitz é uma narrativa notável, tão curiosa quanto despretensiosa, que nos dá a conhecer Jacques Austerlitz, numa espécie de monólogo meditativo interior, ao longo de um passeio pelas costas de East Anglia.
Com este retrato comovente de um emigrante em busca das suas origens, Sebald descreve um universo peculiar, se bem que reconhecível, que resulta do encontro entre a história pessoal e as particularidades do passeio; tendo a grandeza de tocar questões fundamentais como o tempo, a memória e a experiência humana.

Monstros Fabulosos

A minha opinião: 

Gostei. Mais de uns do que outros, o que se justifica porque alguns Monstros Fabulosos não fizeram parte das personagens literárias da minha vida. 
Surpreendi-me com uma escrita exemplar e uma análise crítica. Um  livro peculiar e muito interessante.

Autor: Alberto Manguel
Páginas: 232
Editora: Tinta da China
ISBN: 9789896715038
Edição: 2019/ setembro 

Sinopse:
Com ilustrações do autor e um «monstro» português: o Mandarim, de Eça de Queirós.

Desde a infância, há personagens de livros que começam a fazer parte da vida de quem gosta de ler. Depois, e apesar de nós, os leitores, envelhecermos, e de elas, as personagens, teoricamente ficarem na mesma, vão crescendo connosco, sofrendo mutações, fazendo companhia a outras que vão surgindo e ganhando significado para lá dos livros de onde saíram, como amigos de longa data com quem se partilha experiências e emoções. O bibliófilo Alberto Manguel apresenta neste livro, com erudição e humor, mais de 30 das suas personagens preferidas, desde o Jim de Huckleberry Finn ao monstro de Frankenstein, passando pela Capuchinho Vermelho ou pelo marido da Madame Bovary. Através desta partilha, desafia cada leitor a explorar as suas relações pessoais com este tipo de «monstros» imortais e amorosos, e com o tanto que estes transportam em si da condição humana.

«Aprendi a minha experiência do mundo — amor, morte, amizade, perda, gratidão, desconcerto, angústia, medo, tudo isto e a minha própria identidade em mutação — com personagens imaginárias que conheci nas minhas leituras, muito mais do que com a minha misteriosa cara no espelho ou o meu reflexo nos olhos dos outros.» — Alberto Manguel, Prefácio

Will

 

A minha opinião: 

Uma biografia. Raramente me chama. Mas... A mensagem do Will de que temos de enfrentar o que nos assusta chegou aos meus aventureiros filhos e como não sabia o suficiente sobre ele ou o que o levou ao sucesso decidi ler. E não desiludiu. Percebi que é realmente digno de admiração e apreço.

A vivacidade, simplicidade e alegria de Will empolga o leitor com as suas conquistas e não nos derruba com as suas mágoas e fraquezas mas leva-nos a aceitar as nossas. O estrelato em míudos é avalassador. A destruição também. E os novos recomeços excelentes quando se aprende a lição. A vida de Will é francamente inspiradora e ainda nos deixa com um sorriso nos lábios e sem fazer comédia.

Eu não resisti a ouvir algumas músicas que deram outra dimensão a esta leitura. E não descurei aquilo que o Will aprendeu. A importância de seguir os seus instintos e se rodear das pessoas que confia e não os abandonar. E a experienciar o melhor que a vida tem.

Autor: Will Smith e Mark Manson
Páginas: 452
Editora: Albatroz
ISBN: 978-989-739-117-0
Edição: 2021/ novembro 

Sinopse:
Uma das personalidades mais dinâmicas e reconhecidas em todo o mundo na área do entretenimento faz um relato sincero sobre a sua vida, num livro arrojado e inspirador, que traça a sua trajetória de aprendizagem até ao sucesso exterior, à felicidade interior e à conexão humana. Pelo caminho, Will conta-nos a aventura de um dos mais incríveis percursos traçados no mundo da música e do cinema.
A forma como Will Smith, um miúdo da zona oeste de Filadélfia, se transforma numa das maiores estrelas de rap da sua época, e depois numa das maiores estrelas de cinema da história de Hollywood, é uma narrativa épica - mas é apenas metade da história. Will acreditava, com bons motivos, que tinha vencido na vida: não só alcançara um sucesso incomparável, como encaminhara toda a família para o estrelato do mundo do entretenimento. Só que os outros não o encaravam dessa forma: sentiam-se mais como estrelas no circo de Will, um emprego sem folgas para o qual não se tinham candidatado. Afinal, o percurso de aprendizagem de Will Smith estava longe de ter terminado.
Este livro é o produto de uma profunda jornada de introspeção, uma tomada de consciência de tudo o que a força de vontade nos pode ajudar a alcançar e obrigar a deixar para trás. Escrito com a colaboração de Mark Manson, autor do sucesso A arte subtil de saber dizer que se f*da, Will é a história de alguém que soube dominar as suas próprias emoções, escrita de forma a ajudar outros a fazerem o mesmo.
«A partir do momento em que conquista a mente, é fácil lidar com o mundo material. Eu acredito nisso. Assim que perceber o funcionamento da sua mente, cada experiência, cada emoção, cada circunstância, seja positiva ou negativa, vai impulsioná-lo para um maior crescimento e uma experiência mais extraordinária. Essa é a verdadeira vontade. Para seguir em frente, apesar de tudo. E avançar de forma a que os outros venham consigo, e não fiquem para trás.» - Will Smith