sexta-feira, 19 de abril de 2013

Os Anos Perdidos

Autor: Mary Higgins Clark
Edição: 2012, Outubro
Páginas: 280
ISBN: 9789722525107
Editora: Bertrand Editora

Sinopse:
Jonathan Lyons é um estudioso da Bíblia e julga ter encontrado uma relíquia inimaginável: uma carta em papiro que pode ter sido escrita pelo próprio Jesus Cristo. Roubada da Biblioteca do Vaticano no século XVI, pensava-se que estava perdida.
Agora, sempre com um pedido de sigilo, consegue confirmar a sua autenticidade junto de vários especialistas. Mas confidencia também a um amigo de família a suspeita de que uma pessoa que em tempos foi da sua confiança queira agora vender o artefacto para fazer muito dinheiro.
Passados poucos dias, Jonathan é encontrado morto no seu estúdio. Escondida no guarda-roupa, a balbuciar palavras sem sentido e segurando a arma do crime, encontra-se Kathleen, a sua mulher, que sofre de Alzheimer. Apesar da demência, Kathleen sabia que o marido tinha há muito tempo um caso com outra mulher. Terá ela matado o marido num acesso de ciúmes, como alega a polícia? Ou estará a morte dele relacionada com uma questão mais ampla: Quem tem na sua posse o pergaminho de valor incalculável agora desaparecido?
Caberá à filha de ambos, Mariah, ilibar a mãe das acusações de homicídio e desvendar o verdadeiro mistério que se esconde por detrás da morte do pai.

A minha opinião:
Tenho andado a matutar no que comentar sobre este livro e a tarefa não me parece fácil. Se por um lado o meu cansaço não ajuda, por outro não me parece justo que um livro não seja devidamente reconhecido por motivos que lhe são alheios.
Assim, posso afirmar sem delongas que o li rapidamente  em escassos dois ou três dias nas breves pausas, o que abona a seu favor. Mas, há sempre um mas, rapidamente descortinei quem era o mau da trama e procurei confirmar as minhas suspeitas dos indícios que a autora lançava. Talvez seja porque de tanta leitura estou mais apta. Seja como for, é uma leitura fácil, algo empolgante e ritmada. Pequenos capítulos e suspense q.b para descobrir o mote e o autor do crime inicial e subsequente.
Personagens num contexto de intimidade e familiaridade, amigos chegados que partilhavam afinidades e interesses e a dificuldade de encarar que alguém seja diferente do que se espera e sabe.

Não fiquei apaixonada mas li com agrado e interesse sem interrupções. 

Sem comentários:

Enviar um comentário