sábado, 20 de agosto de 2011

Já não se fazem Homens como antigamente

Autor: Daniela Pereira, João Pedro Duarte, Miguel Almeida, Pedro Miguel Rocha
Edição: 2010, Novembro
Páginas: 176
ISBN:
Editora: Esfera do Caos

Sinopse:
Lá diz o povo que rir é o melhor remédio. E que a brincar se dizem as coisas sérias. E também as patetices, se tudo correr pelo melhor. Este livro levanta assim questões fundamentais para o futuro da humanidade: Os velhotes não deveriam ter o Viagra comparticipado pelo SNS? Se as pessoas das relações virtuais fossem assim tão interessantes estariam mesmo nos chats? Não seria já altura de perdermos a vergonha e abastecermos a nossa despensa de artigos da Sex Shop? Quando estamos num encontro romântico precisamos mesmo de atender chamadas da treta?
Estas histórias falam sobre o prato principal, o Amor, isso é garantido! Mas com o acompanhamento de outros sabores como a ilusão, a obsessão, ou a tão portuguesa saudade, num registo humorístico, sentimental e despretensioso.

Este livro foi escrito por Daniela Pereira (Cortar as palavras num só golpe, 2005; Afectos Obsessivos: A poesia curiosamente sem açúcar, 2007), João Pedro Duarte (A Casa do Sonho Pagão, 2009; Uma Espécie de Sentido, 2009), Miguel Almeida (Um Planeta Ameaçado: A Ciência Perante o Colapso da Biosfera, 2006; A Cirurgia do Prazer: Contos Morais e Sexuais, 2010; O Templo da Glória Literária, 2010) e Pedro Miguel Rocha (Juntos Temos Poder, 2009; Chegámos a Fisterra, 2010).
Os autores oferecem-nos esta obra com uma fé inabalável no riso. E com a esperança de que algo para além daquilo que a visão humana consegue enxergar, e a que alguns iluminados dão o nome de oxigénio, possa purificar o sangue, tirar as rugas, combater o stress e até ajudar os leitores a queimar calorias!

A minha opinião:
Quatro autores publicaram em conjunto as suas histórias que abordam relações afectivas e conflitos existenciais. São histórias cómicas, porque exageram e distorcem as características de algumas pessoas e utilizam muitas das expressões dos portugueses na sua lenga-lenga diária.
Divertido mas pouco consistente, não me agradou.

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